O futuro da Inteligência Artificial é agora

Quando o termo Inteligência Artificial (IA) surge, o primeiro pensamento normalmente permeia cenários comuns em filmes de ficção científica: robôs cada vez mais humanizados e, ainda, um tanto distantes da realidade da maioria das pessoas. No entanto, essa tecnologia já vem sendo utilizada há alguns anos - fato que tem mudado consideravelmente a forma como as pessoas interagem com máquinas.


Atualmente, a IA está presente na vida das pessoas de formas muito menos cinematográficas, mas que vão desde automação de fábricas até assistentes virtuais que realizam atividades rotineiras por seus usuários. Além disso, a Inteligência Artificial está cada vez mais presente no ambiente de trabalho.


Em termos gerais, a Inteligência Artificial é a combinação de diversas tecnologias que possibilitam que as máquinas percebam, compreendam e atuem. Ou seja, a tecnologia consegue reproduzir a capacidade humana por meio de uma sequência de dados e comandos - que faz com que a IA evolua gradativamente, por isso mesmo o seu nome. Nesse sentido, a Inteligência Artificial funciona como um motor e sem combustível, que são os dados inseridos por humanos, não funciona. Esse processo deixa claro que a IA, por mais autodidata que seja, não consegue funcionar sem a capacidade humana de programá-la.


Dessa forma, a IA tem se tornado cada vez mais imprescindível em quase todos os setores e aspectos da vida humana. Que ela chegou para ficar, não é novidade para ninguém, mas o que isso quer dizer em um futuro próximo?


De um lado, as pessoas dependem cada vez mais da Inteligência Artificial, contando com o conjunto de tecnologias para atividades mundanas - e estão tão acostumadas com a possibilidade, que já não conseguem mais imaginar como seria a sua vida sem aplicativos como o Google Maps ou o Waze. Do outro lado, os setores da produção tradicional no mercado de trabalho sentem-se ameaçados de sofrer substituição por máquinas.


É certo dizer que a Inteligência Artificial é o novo fator de produção, com potencial para novas formas de crescimento econômico. Isso, sem dúvida alguma, altera a relação entre homem e máquina e, consequentemente, muda a maneira de trabalhar. Mas isso não significa que as máquinas vão substituir o homem no mercado de trabalho, pelo contrário, indica uma necessidade de pessoas capazes de impulsionar o crescimento.

Segundo a pesquisa sobre o impacto da Inteligência Artificial em 12 economias desenvolvidas da Accenture, até 2035 a tecnologia será capaz de dobrar as taxas do crescimento econômico anual. No âmbito empresarial, o estudo aponta para um aumento na produtividade da força de trabalho em até 40%, além de otimizar o tempo dos funcionários, que poderão contribuir ainda mais.


As previsões de mudança no mercado de trabalho por meio da IA são para um futuro não tão distante assim. Na última pesquisa divulgada pela Gartner existe uma previsão de que, até 2020, 40% dos funcionários que lidam com consumidores terão assistentes virtuais capacitados com Inteligência Artificial para suporte a processos ou até mesmo para a tomada de decisões.


O cenário, muito promissor para o mundo dos negócios, acarreta sérias questões comportamentais, éticas e regulatórias - pontos que são discutidos à medida em que a Inteligência Artificial evolui. Ainda que as inovações na tecnologia caminhem mais rápido do que a própria humanidade, é certo afirmar que as empresas, independente do setor em que atuam, precisam incluir a AI nos seus planos, pois esse futuro já começou.



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